sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O sonho

A história mais aceita diz que, no século 17, um jovem padeiro alemão ainda se remoía de vergonha de ter sido afastado do Exército quando resolveu fritar algumas bolotas de massa fermentada, em vez de assá-las. E assim nasceu um doce chamado em muitos países de “bola de Berlim”. A iguaria se espalhou pelo mundo inteiro com algumas variações e muitos nomes. Na versão brasileira da história, o que se conta é que o sonho veio logo depois do pão-doce, que começou a ser vendido em São Paulo na década de 1920. Para aproveitar as sobras de massa, os padeiros brasileiros faziam bolinhos, fritavam e recheavam com um creme feito de leite, gemas, açúcar, farinha de trigo, manteiga e essência de baunilha. Depois polvilhavam açúcar confeiteiro por cima.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Pão de quinoa e castanha do Pará

Farinha de trigo, farinha de trigo integral, manteiga, leite, ovos, açúcar, sal, quinoa, castanha do Pará.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A baunilha

A palavra "baunilha" vem do castelhano vainilla, que significa "pequena vagem". É uma especiaria usada como aromatizante obtida de orquídeas do género Vanilla, nativas do México. Originalmente cultivada pelos povos mesoamericanos pré-colombianos, parece ter sido levada para a Europa juntamente com o chocolate na década de 1520, pelo conquistador espanhol Hernán Cortez.
A baunilha é a segunda especiaria mais cara, a seguir ao açafrão,devido à mão-de-obra necessária na produção das vagens. Esses frutos verdes não têm cheiro nem gosto - é preciso, primeiro, deixá-los secar numa estufa ou ao sol. Durante a secagem, ocorre um processo de fermentação natural: a ação de enzimas faz com que os frutos fiquem pretos e com seu perfume concentrado. Para retirar o extrato de baunilha, esmaga-se a vagem seca, que depois é submergida em álcool. 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014