Ninguém sabe como ele nasceu. A denominação “petit gâteau" é possivelmente uma invenção norte-americana, já que em francês “petit gâteau" significa de modo genérico qualquer “pequeno bolo”. Entretanto a sua composição lembra a origem francesa das populares “tartes au chocolat” e principalmente o “fondant”. Apesar de algumas histórias contarem que o “petit gâteau" nasceu na França (e ele nem é muito conhecido lá!), há quem diga que esse saboroso bolinho foi criado por acaso pelo chef francês radicado em Nova York, Jean-Georges Vongetrichten, ao errar na quantidade de farinha.
Uma outra versão disse que esse bolinho de chocolate com casca crocante e recheio cremoso foi criado nos Estados Unidos, quando um aprendiz de chef aqueceu demais o forno. Assim mesmo os clientes adoraram e foi se popularizando na década de 90, chegando ao Brasil em torno de 1996.
Outros dizem que ele foi criado pelo chef francês Michel Brás, em um restaurante pequeno e escondido da França e adaptado e trazido ao Brasil pelo chef Erick Jacquin, francês que se radicou em São Paulo, onde mora até hoje.
Adotado por outros chefs famosos, ele possui variações de recheio e ingredientes que não se limitam mais ao chocolate, mas podem ser também de doce de leite, goiaba, tangerina e outras frutas ou bebidas alcoólicas.
Normalmente, é servido com uma bola de sorvete de creme ou baunilha, cobertura de chocolate e raspas de chocolate branco ou preto e lascas de amêndoas. As variações são sempre muito bem-vindas.
sexta-feira, 3 de março de 2017
quarta-feira, 1 de março de 2017
Broa úmida de castanha e grãos
Farinha de trigo, farinha integral,óleo vegetal, mel, sal, semente de girassol, soja tostada, iogurte natural, leite, castanha do pará.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Chocolate
Reza a lenda que o deus asteca Quetzalcoatl, querendo dar aos mortais algo que os enchesse de alegria e prazer, foi aos campos luminosos do Reino dos Filhos do Sol para furtar as sementes da árvore sagrada. Por estar ligada à religiosidade, a árvore foi primeiramente cultivada apenas pelos sacerdotes, que, com a polpa, produziam uma bebida amarga a ser oferecida em ocasiões muito especiais. Seu alto valor fez com que os astecas usassem as sementes, ou favas, como moedas. Além disso, a bebida amarga (o açúcar ainda não era conhecido) e com poderes especiais só poderia ser tomada em taças de ouro puro. Era o cacahuatl.
A história conta que o primeiro europeu a descobrir as favas de cacau foi Cristóvão Colombo, em sua quarta viagem às Américas, em 1502. Quando conquistou o México (1519-1521), o comandante espanhol Hernán Cortés escreveu ao seu soberano, Carlos V, contando que o imperador Montezuma não se servia mais que uma vez na mesma taça de ouro puro. E confessou ter sido tomado de grande estranheza ao notar que, mais que uma demonstração de riqueza, esse hábito revelava a imensa estima que a bebida escura merecia. Cortés narrou ainda que bastava uma taça desse líquido para reconfortar um homem por todo um dia de caminhada, sem necessidade de qualquer outro alimento.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Alfajor
A tradição do alfajor permeia os 130 anos. A história, porém, nos leva um pouco mais longe, na origem da palavra al-hasu, que significa "recheado". O alfajor é uma antiga invenção culinária de origem árabe, tradicionalmente feito de massa de amêndoa, nozes e mel.
Foi introduzido na Espanha no início do século VIII, quando os árabes derrotaram o último rei dos visigodos. Com a posterior conquista espanhola em grande parte do novo continente americano, essas receitas começaram a se espalhar pelo mundo.
Na Argentina levou um tempo razoável a ser conhecido como "alfajor", o que ocorreu em meados do século XIX. Muitos atribuem a origem do alfajor à cidade de Córdoba, onde em certos redutos religiosos árabes preparavam estas receitas, incluindo bolos quadrados os quais eram unidos por um doce feito de leite e açúcar. A industrialização do alfajor é atribuída a Augusto Chammas, um químico francês que chegou à Argentina em meados do século XIX, e abriu uma pequena empresa familiar em Córdoba, a qual se dedica à fabricação de doces e compotas. A mudança não foi maior, mas essencial, em vez de quadrado, o novo formato passou a ser redondo, tal como a conhecemos até hoje com o nome de alfajor.
Foi introduzido na Espanha no início do século VIII, quando os árabes derrotaram o último rei dos visigodos. Com a posterior conquista espanhola em grande parte do novo continente americano, essas receitas começaram a se espalhar pelo mundo.
Na Argentina levou um tempo razoável a ser conhecido como "alfajor", o que ocorreu em meados do século XIX. Muitos atribuem a origem do alfajor à cidade de Córdoba, onde em certos redutos religiosos árabes preparavam estas receitas, incluindo bolos quadrados os quais eram unidos por um doce feito de leite e açúcar. A industrialização do alfajor é atribuída a Augusto Chammas, um químico francês que chegou à Argentina em meados do século XIX, e abriu uma pequena empresa familiar em Córdoba, a qual se dedica à fabricação de doces e compotas. A mudança não foi maior, mas essencial, em vez de quadrado, o novo formato passou a ser redondo, tal como a conhecemos até hoje com o nome de alfajor.
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