sábado, 31 de março de 2018

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sexta-feira, 30 de março de 2018

Ovos de Páscoa

O costume de dar ovos decorados surgiu na Inglaterra, no reinado de Eduardo I. Com o passar do tempo, os ovos se tornaram mais requintados, e os ricos e nobres passaram a trocar versões de porcelana, vidro, pedra, madeira e até escamas. Já os ovos de chocolate foram criação dos pâtissiers franceses, que esvaziavam os ovos de galinha e depois recheavam com chocolate, finalizando com uma pintura por fora, em substituição aos ovos duros e pintados que eram escondidos nas ruas e nos jardins para serem caçados. 

sexta-feira, 23 de março de 2018

O brownie

O Brownie é um doce tipicamente americano feito de chocolate. Sua textura é densa, rica e está entre um bolo e um biscoito: a casca é crocante, firme por fora e macio e úmido por dentro. Pode ter castanhas, amêndoas, nozes ou pedaços de chocolate no seu interior. A sua origem é controversa: alguns afirmam que um chef desconhecido adicionou por engano chocolate derretido numa travessa de biscoitos. Outros, que um cozinheiro estava fazendo um bolo e não tinha farinha de trigo o suficiente. A teoria mais aceita é que uma dona de casa de Bangor, Maine, estava fazendo um bolo de chocolate e esqueceu de colocar fermento na mistura. Quando viu que seu bolo não cresceu de forma correta, retirou a travessa do forno e cortou em quadradinhos, serviu e chamou-os brownies. A primeira vez que o brownie veio a público foi em 1893 durante a feira mundial Columbian Exposition, em Chicago, celebrando os 400 anos de descobrimento do Novo Mundo por Cristóvão Colombo. Um chef do hotel Palmer House, de Chicago, serviu os bolinhos, após a socialite Bertha Palmer solicitar a ele uma “sobremesa para moças” que fosse fácil de comer como um pedaço de torta só que em pedaços menores que uma fatia de bolo e que fossem colocados em caixinhas para acompanhar o almoço do prédio das mulheres na tal feira. Esses primeiros brownies foram servidos com uma calda açucarada de damasco e nozes e até hoje os brownies são feitos no hotel seguindo a receita original. As primeiras receitas de brownie como os servidos hoje em dia apareceram nos livros Home Cookery, de 1904; Service Club Cookbook, também de 1904; no jornal The Boston Globe, em 2 de abril de 1905 e na edição de 1906 do The Boston Cooking School Cookbook, de Fanny Merritt Farmer.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Brownie

      Farinha de trigo, chocolate meio amargo, manteiga, ovos, açúcar, baunilha, avelãs.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Sabe quem foi a primeira chocólatra de que se tem notícia? Ana da Áustria, que se casou com Luís XIII, rei da França. No início do século XVII, o chocolate ainda era somente uma bebida à base de cacau, que a princesa não passava um dia sequer sem a sua dose e é considerada a responsável pela chegada do chocolate à França, ela levou um monte de sementes de cacau à Paris, onde o chocolate se sofisticou e se difundiu.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Muffin de cenoura, coco e nozes com cobertura de chantilly de doce de leite... para quem não quer que o Coelhinho traga só chocolates!

sexta-feira, 9 de março de 2018

O brigadeiro

A origem do nome brigadeiro é desconhecida, não estando claro se o nome negrinho, usado do Rio Grande do Sul precede ou não o nome brigadeiro. Uma história popularizada a partir dos anos 1980 afirma que o nome seria uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes. Nos anos de 1946 e 1950, ele se candidatou à presidência da República pela UDN. O candidato conquistou um grupo de fãs do Pacaembu, bairro de São Paulo, que organizaram festas para promover sua candidatura. A guloseima feita de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate tanto agradou que, numa das festas de campanha, foi feito para arrecadar fundos. Há outras versões bastante similares a essa sobre a origem do nome do doce: mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na candidatura de Gomes, faziam "negrinhos" que vendiam para ajudar o fundo de campanha; outros diziam que Heloísa Nabuco, de tradicional família carioca, criou um tipo de doce, ligeiramente diferente da versão atual, e o denominou com a patente do candidato preferido. Como as festas dos correligionários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes logo começaram a chamar os amigos para irem comer o "docinho do Brigadeiro". Com o tempo o nome de "brigadeiro" teria sido dado ao doce (mais tarde feito com leite condensado). Apesar do apoio recebido, a eleição foi vencida pelo general Eurico Gaspar Dutra.

quarta-feira, 7 de março de 2018

sexta-feira, 2 de março de 2018

Petit gâteau

Ninguém sabe como ele nasceu. A denominação “petit gâteau" é possivelmente uma invenção norte-americana, já que em francês “petit gâteau" significa de modo genérico qualquer “pequeno bolo”.  Entretanto a sua composição lembra a origem francesa das populares “tartes au chocolat” e principalmente o “fondant”. Apesar de algumas histórias contarem que o “petit gâteau" nasceu na França (e ele nem é muito conhecido lá!), há quem diga que esse saboroso bolinho foi criado por acaso pelo chef francês radicado em Nova York, Jean-Georges Vongetrichten, ao errar na quantidade de farinha.
            Uma outra versão disse que esse bolinho de chocolate com casca crocante e recheio cremoso foi criado nos Estados Unidos, quando um aprendiz de chef aqueceu demais o forno. Assim mesmo os clientes adoraram e foi se popularizando na década de 90, chegando ao Brasil em torno de 1996.
            Outros dizem que ele foi criado pelo chef francês Michel Brás, em um restaurante pequeno e escondido da França e adaptado e trazido ao Brasil pelo chef Erick Jacquin, francês que se radicou em São Paulo, onde mora até hoje. 
            Adotado por outros chefs famosos, ele possui variações de recheio e ingredientes que não se limitam mais ao chocolate, mas podem ser também de doce de leite, goiaba, tangerina e outras frutas ou bebidas alcoólicas.
            Normalmente, é servido com uma bola de sorvete de creme ou baunilha, cobertura de chocolate e raspas de chocolate branco ou preto e lascas de amêndoas. As variações são sempre muito bem-vindas.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Broa úmida de castanha e grãos

Farinha de trigo, farinha integral,óleo vegetal, mel, sal, semente de girassol, soja tostada, iogurte natural, leite, castanha do pará.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

O chocolate

Reza a lenda que o deus asteca Quetzalcoatl, querendo dar aos mortais algo que os enchesse de alegria e prazer, foi aos campos luminosos do Reino dos Filhos do Sol para furtar as sementes da árvore sagrada. Por estar ligada à religiosidade, a árvore foi primeiramente cultivada apenas pelos sacerdotes, que, com a polpa, produziam uma bebida amarga a ser oferecida em ocasiões muito especiais. Seu alto valor fez com que os astecas usassem as sementes, ou favas, como moedas. Além disso, a bebida amarga (o açúcar ainda não era conhecido) e com poderes especiais só poderia ser tomada em taças de ouro puro. Era o cacahuatl.
A história conta que o primeiro europeu a descobrir as favas de cacau foi Cristóvão Colombo, em sua quarta viagem às Américas, em 1502. Quando conquistou o México (1519-1521), o comandante espanhol Hernán Cortés escreveu ao seu soberano, Carlos V, contando que o imperador Montezuma não se servia mais que uma vez na mesma taça de ouro puro. E confessou ter sido tomado de grande estranheza ao notar que, mais que uma demonstração de riqueza, esse hábito revelava a imensa estima que a bebida escura merecia. Cortés narrou ainda que bastava uma taça desse líquido para reconfortar um homem por todo um dia de caminhada, sem necessidade de qualquer outro alimento.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Pão de azeite e alecrim

                                Farinha de trigo,água, açúcar, sal, leite, azeite de oliva, alecrim.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Alfajor

 A tradição do alfajor permeia os 130 anos. A história, porém, nos leva um pouco mais longe, na origem da palavra al-hasu, que significa "recheado". O alfajor é uma antiga invenção culinária de origem árabe, tradicionalmente feito de massa de amêndoa, nozes e mel.
Foi introduzido na Espanha no início do século VIII, quando os árabes derrotaram o último rei dos visigodos. Com a posterior conquista espanhola em grande parte do novo continente americano, essas receitas começaram a se espalhar pelo mundo.
Na Argentina levou um tempo razoável a ser conhecido como "alfajor", o que ocorreu em meados do século XIX. Muitos atribuem a origem do alfajor à cidade de Córdoba, onde em certos redutos religiosos árabes preparavam estas receitas, incluindo bolos quadrados os quais eram unidos por um doce feito de leite e açúcar. A industrialização do alfajor é atribuída a Augusto Chammas, um químico francês que chegou à Argentina em meados do século XIX, e abriu uma pequena empresa familiar em Córdoba, a qual se dedica à fabricação de doces e compotas. A mudança não foi maior, mas essencial, em vez de quadrado, o novo formato passou a ser redondo, tal como a conhecemos até hoje com o nome de alfajor.